quarta-feira, 14 de abril de 2010

Olá, voltei ao blog.

Então, hoje quero falar do quão somos vulneráveis e insignificantes. Não filosoficamente falando, pois neste sentido, tenho certeza de que somos úteis (alguns de nós, rsrsrs) e temos papeis a serem cumpridos, mas como não damos valor às coisas importantes da vida, como nos preocupamos com coisas pequenas.

Recentemente "fui" envolvido num acidente de trânsito, onde um caminhão dirigido por um motorista relapso e despreocupado com a manutenção de seu veículo, simplesmente desceu em alta velocidade uma avenida de grande fluxo de veículos aqui na minha cidade, perdeu os freios (palavras dele) e iniciou um engavetamento, fazendo com que 10 veículos fossem atingidos. Os três ou quadro primeiros, imagino eu, deram perda total (a famosa sigla PT, no jargão das Seguradoras). Os seguintes sofreram avarias consideráveis, com exceção do décimo veículo que só sofreu um baque em seu pára-choque traseiro.

Onde quero chegar: Graças a Deus, eu e meu filho estávamos atados ao cinto de segurança, o que se mostrou ser fundamental para a nossa segurança. Meu filho estava sentado em sua cadeirinha (própria para criança de cinco anos), com o sinto de segurança bem apertado. Não sofremos nenhum trauma físico, a não ser uma dor que ainda sinto (a cada dia menos) na região de contato com o sinto transversal, justamente pelo impacto da batida.

Então meus caros, de um momento para outro, você pode ser acometido por situações inesperadas e a sua vida pode tomar caminhos inimagináveis. Tenho pensado muito no ocorrido, não no acidente em si, pois acidentes acontecem, mas no quanto perdemos tempo, não aproveitando o dia-a-dia, o sorriso dos filhos, um abraço de um parente, um eMail engraçado, enfim, a vida.

Em suma, não deixemos a vida para o amanhã, pois como disse Renato Russo, o amanhã pode não existir.

Brasil, 14 de abril de 2010.

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