São por essas e outras, que ainda acredito no Brasil: O CNJ acaba de aposentar compulsoriamente a juíza Clarice Maria de Andrade, da justiça estadual paraense, pelo motivo de a mesma ter mantido presa uma menor (que “eventualmente” praticara o crime de tentativa de furto), mesmo depois de ter sido avisada que naquela cela havia diversos homens.
Desnecessário lembrar que essa menina foi constantemente estuprada por longos 24 dias seguintes. Além disso, a mesma autoridade judiciária paraense tentou falsificar uma ordem de transferência da menor, colocando data retroativa.
Fez-se justiça! O Conselho Nacional de Justiça está dizendo a que veio. Quando muitos lutaram pela não criação desse órgão na estrutura do poder judiciário pátrio, o CNJ dá um exemplo a todos os agentes públicos que a impunidade está sendo combatida, mesmo que a parcos exemplos. A cidadania do povo brasileiro precisa ser respeitada.
Brasil, 20 de abril de 2010.
terça-feira, 20 de abril de 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Olá, voltei ao blog.
Então, hoje quero falar do quão somos vulneráveis e insignificantes. Não filosoficamente falando, pois neste sentido, tenho certeza de que somos úteis (alguns de nós, rsrsrs) e temos papeis a serem cumpridos, mas como não damos valor às coisas importantes da vida, como nos preocupamos com coisas pequenas.
Recentemente "fui" envolvido num acidente de trânsito, onde um caminhão dirigido por um motorista relapso e despreocupado com a manutenção de seu veículo, simplesmente desceu em alta velocidade uma avenida de grande fluxo de veículos aqui na minha cidade, perdeu os freios (palavras dele) e iniciou um engavetamento, fazendo com que 10 veículos fossem atingidos. Os três ou quadro primeiros, imagino eu, deram perda total (a famosa sigla PT, no jargão das Seguradoras). Os seguintes sofreram avarias consideráveis, com exceção do décimo veículo que só sofreu um baque em seu pára-choque traseiro.
Onde quero chegar: Graças a Deus, eu e meu filho estávamos atados ao cinto de segurança, o que se mostrou ser fundamental para a nossa segurança. Meu filho estava sentado em sua cadeirinha (própria para criança de cinco anos), com o sinto de segurança bem apertado. Não sofremos nenhum trauma físico, a não ser uma dor que ainda sinto (a cada dia menos) na região de contato com o sinto transversal, justamente pelo impacto da batida.
Então meus caros, de um momento para outro, você pode ser acometido por situações inesperadas e a sua vida pode tomar caminhos inimagináveis. Tenho pensado muito no ocorrido, não no acidente em si, pois acidentes acontecem, mas no quanto perdemos tempo, não aproveitando o dia-a-dia, o sorriso dos filhos, um abraço de um parente, um eMail engraçado, enfim, a vida.
Em suma, não deixemos a vida para o amanhã, pois como disse Renato Russo, o amanhã pode não existir.
Brasil, 14 de abril de 2010.
Então, hoje quero falar do quão somos vulneráveis e insignificantes. Não filosoficamente falando, pois neste sentido, tenho certeza de que somos úteis (alguns de nós, rsrsrs) e temos papeis a serem cumpridos, mas como não damos valor às coisas importantes da vida, como nos preocupamos com coisas pequenas.
Recentemente "fui" envolvido num acidente de trânsito, onde um caminhão dirigido por um motorista relapso e despreocupado com a manutenção de seu veículo, simplesmente desceu em alta velocidade uma avenida de grande fluxo de veículos aqui na minha cidade, perdeu os freios (palavras dele) e iniciou um engavetamento, fazendo com que 10 veículos fossem atingidos. Os três ou quadro primeiros, imagino eu, deram perda total (a famosa sigla PT, no jargão das Seguradoras). Os seguintes sofreram avarias consideráveis, com exceção do décimo veículo que só sofreu um baque em seu pára-choque traseiro.
Onde quero chegar: Graças a Deus, eu e meu filho estávamos atados ao cinto de segurança, o que se mostrou ser fundamental para a nossa segurança. Meu filho estava sentado em sua cadeirinha (própria para criança de cinco anos), com o sinto de segurança bem apertado. Não sofremos nenhum trauma físico, a não ser uma dor que ainda sinto (a cada dia menos) na região de contato com o sinto transversal, justamente pelo impacto da batida.
Então meus caros, de um momento para outro, você pode ser acometido por situações inesperadas e a sua vida pode tomar caminhos inimagináveis. Tenho pensado muito no ocorrido, não no acidente em si, pois acidentes acontecem, mas no quanto perdemos tempo, não aproveitando o dia-a-dia, o sorriso dos filhos, um abraço de um parente, um eMail engraçado, enfim, a vida.
Em suma, não deixemos a vida para o amanhã, pois como disse Renato Russo, o amanhã pode não existir.
Brasil, 14 de abril de 2010.
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